A Comunicação Social na Revolução dos Alfaiates - Florisvaldo Mattos
A Comunicação Social na Revolução dos Alfaiates
Florisvaldo Mattos
Resumo
O livro "A Comunicação Social na Revolução dos Alfaiates" de Florisvaldo Mattos é um estudo sobre o papel da comunicação social na Revolução de 1848, em Pernambuco. O autor analisa como os jornais, as revistas e os folhetos foram utilizados pelos revolucionários para divulgar suas ideias e mobilizar a população.
O livro é dividido em três partes. A primeira parte apresenta um panorama da imprensa pernambucana no século XIX. A segunda parte analisa o papel da imprensa na Revolução de 1848. A terceira parte discute as consequências da Revolução de 1848 para a imprensa pernambucana.
A imprensa pernambucana no século XIX
A imprensa pernambucana surgiu no início do século XIX, com a publicação do primeiro jornal, o "Diário de Pernambuco", em 1825. Nos anos seguintes, surgiram outros jornais, como o "Jornal do Commercio", o "Diário de Pernambuco" e o "Jornal do Recife".
A imprensa pernambucana era, em sua maioria, controlada pela elite local. Os jornais eram usados para defender os interesses dos comerciantes, dos fazendeiros e dos políticos. No entanto, também havia alguns jornais que eram críticos ao governo e à elite local.
O papel da imprensa na Revolução de 1848
A Revolução de 1848 foi um movimento popular que eclodiu em Pernambuco em 7 de janeiro de 1848. A revolução foi liderada por um grupo de artesãos, trabalhadores e estudantes.
A imprensa desempenhou um papel fundamental na Revolução de 1848. Os jornais e os folhetos foram usados pelos revolucionários para divulgar suas ideias e mobilizar a população. Os jornais também foram usados para denunciar os abusos do governo e da elite local.
As consequências da Revolução de 1848 para a imprensa pernambucana
A Revolução de 1848 teve um impacto profundo na imprensa pernambucana. A revolução levou ao surgimento de novos jornais e revistas, que eram mais críticos ao governo e à elite local. A revolução também levou à democratização da imprensa, com a participação de um maior número de pessoas na produção e circulação de jornais e revistas.
O livro "A Comunicação Social na Revolução dos Alfaiates" é um estudo importante sobre o papel da comunicação social na Revolução de 1848, em Pernambuco. O livro é uma fonte valiosa para entender como a imprensa foi usada pelos revolucionários para divulgar suas ideias e mobilizar a população. O livro também é uma importante contribuição para a história da imprensa pernambucana.
Sobre o autor
Florisvaldo Mattos é professor de Comunicação Social da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). É autor de vários livros sobre comunicação social, entre eles "A Comunicação Social na Revolução dos Alfaiates" (1988), "A Imprensa Pernambucana no Século XIX" (1992) e "A Comunicação Social no Brasil" (2000).
